O NATAL DA HUMILHAÇÃO: Parte dos servidores da saúde terão salário cortado pela metade, e exonerações em massa tomam conta dos ESF’s de Cabo Frio

O NATAL DA HUMILHAÇÃO: Parte dos servidores da saúde terão salário cortado pela metade, e exonerações em massa tomam conta dos ESF’s de Cabo Frio

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Leo Hezer

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VÃO SAIR SEM NADA: Enquanto Magdala Furtado e Bruno Alpacino sambam descaradamente na cara dos cabo-frienses, o pessoal da saúde longo do ano, foram tratados como números descartáveis em um desgoverno. Em uma decisão que só pode ser descrita como cruel, os enfermeiros, médicos e dentistas da atenção básica foram informados que seus incentivos salariais serão cortados por falta de “caixa”. Magdala Furtado e Bruno Alpacino protagonizaram uma gestão que, em vez de valorizar quem está na linha de frente, preferiu lotear cargos para aliados políticos, enquanto o funcionalismo público, que realmente faz a máquina girar, foi jogado ao relento.

Com o corte, o salário desses profissionais cairá praticamente pela metade e terão que atuar apenas pela “metade da carga horária”, deixando muitos deles sem perspectivas de um Natal digno e a população a mercê de uma baixa cobertura de atendimento. Esqueça a ceia: os servidores terão que se contentar em “inventar mágica” para colocar comida na mesa. Afinal, enquanto eles ralam diariamente para atender a população, Magdala e seu fiel escudeiro Bruno Alpacino estão ocupados garantindo que seus aliados políticos não passem por privações – aliás, os aliados estão bem alimentados, vestidos e provavelmente planejando férias luxuosas. Sambaram na cara dos trabalhadores bonito!

Se já era revoltante saber que 16 auxiliares administrativos se espremiam em uma sala para cumprir “função política” em pleno ano eleitoral, enquanto médicos e agentes comunitários enfrentavam sobrecarga de trabalho. Magdala e Alpacino escolheram os cortes mais fáceis e covardes: aqueles que atingem diretamente o bolso de quem está na ponta, cuidando do povo. Enquanto isso, os aliados próximos da prefeita e do secretário continuam dançando na cara dos servidores, com retroativos gordos e benefícios que sequer sonham em ver cortados.

Magdala Furtado e Bruno Alpacino podem até achar que essa política de desmonte vai passar em branco, mas uma coisa é certa: a raiva que plantaram nos corações dos servidores que foram mandados embora com uma mão na frente e outra atrás não será esquecida tão cedo. Quem trabalha, quem sua a camisa, quem realmente faz acontecer, agora paga o preço de uma gestão incompetente e desumana. Magdala Furtado e Bruno Alpacino são o retrato perfeito de uma gestão que despreza o povo e prioriza os interesses dos “amigos do rei”.

 

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Cabofriense com orgulho, gestão pública e jornalismo pela Universidade Cândido Mendes. Registro: 0043279/RJ. Colunista do Lagos Informa e Política RJ, traz o melhor da análise política da Região dos Lagos. Destemido, trás uma visão crítica em busca da verdade!
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