A situação da saúde pública em Cabo Frio atingiu um ponto crítico. Hospitais municipais enfrentam graves problemas, incluindo geradores sem combustível, falta de médicos, remédios e insumos básicos. Com atrasos no pagamento dos servidores, a precariedade coloca em risco a vida dos pacientes, especialmente durante quedas de energia, que deixam equipamentos essenciais inoperantes.
Esse cenário reflete a crise no final da gestão de Magdala Furtado, marcada por falhas administrativas, atrasos nos serviços públicos e crescente indignação popular.