Wilsileia Dias Lopes, que deveria atuar como técnica de enfermagem está nomeada no cargo de enfermeira, mas está lotada na atenção básica mesmo com o Coren suspenso por “falta de título”. Além disso, sua foto de perfil no Instagram exibe com orgulho uma tarja de apoio à prefeita Magdala Furtado e ao próprio Léo Mendes, evidenciando o vínculo político por trás de sua nomeação. Veja todos os dados aqui.


Já Vanessa Soares Lopes, alvo de denúncia anônima do ESF Parque Burle, ocupa o cargo de administradora da unidade, mas é registrada como profissional de educação física na Prefeitura. Para piorar, seu vínculo está suspenso devido à falta de pagamento, uma realidade que escancara o descaso da gestão com os próprios apadrinhados. Vanessa, que apoiou Cati Mendes como candidato a vereador, também teria sua indicação ligada ao Léo Mendes. Veja todos os dados aqui.

O discurso de Léo Mendes, que defendia Magdala Furtado como a mais preparada para o cargo de prefeita e responsável por uma revolução na saúde cabofriense, perde força diante de todas as denúncias na saúde pública cabofriense.

A pergunta que fica é: até quando Cabo Frio pagará o preço desse jogo político?
Nota da Saúde:
A profissional citada na reportagem está com a situação no COREN regulada e a mesma não trabalha na ESF Parque Burle, ela é do apoio técnico.
A outra profissional mencionada, formada na área de Educação Física, pode ser administradora da ESF Parque Burle, uma vez que essas unidades trabalham com equipes multidisciplinares, bastando a responsável do posto ser da área da saúde.
Em nenhum momento houve favorecimento político.
As mesmas foram contratadas por serem profissionais.
A Secretaria





