Em um discurso de politicagem barata, Rodrigo Menezes, Assessor Especial da Prefeita de Cabo Frio Magdala Furtado, com seu histórico recheado de processos judiciais, se vangloria de “mostrar para a população quem ajuda de verdade o povo” em um vídeo patético. A cena? A distribuição de cestas básicas para as tragédias do Rio Grande do Sul. Que gesto nobre, não é?
Ao invés de ajudar genuinamente e em silêncio, como fazem aqueles que realmente se importam, nossos protagonistas preferem a fanfarra e a pompa, berrando aos quatro ventos suas supostas boas ações. “Por que ajudar por de trás dos panos, falar que tá fazendo e não faz nada é outra história…”, declara Rodrigo Menezes, o verdadeiro mestre da hipocrisia.
Mas vamos refrescar a memória sobre nosso nobre paladino da justiça social, Rodrigo Menezes. Com uma ficha criminal extensa, ele acumula acusações de difamação, violência doméstica, extorsão, organização criminosa, alienação fiduciária, ameaça e alienação parental. (Veja a matéria do o Dia aqui) Com um currículo desses, suas intenções altruístas são, no mínimo, risíveis.

E quanto ao ilustre Tatá de Tamoios, que deveria repreender o seu ‘assessor’ ao se beneficiar de tragédias alheias como trampolim político, é claro que sua preocupação verdadeira com as vítimas do Rio Grande do Sul é pura fachada. Afinal, que melhor maneira de se promover do que explorar a miséria e o sofrimento dos outros?
Em vez de oferecer ajuda silenciosa, preferem montar um espetáculo grotesco, acreditando que o brilho falso das câmeras vai encobrir suas verdadeiras intenções. E quem se importa com a dignidade e o respeito por aqueles que perderam as suas vidas quando há votos a conquistar, não é mesmo?
Então, fica a dica: se a intenção é realmente ajudar, deixem de lado as câmeras. E, principalmente, limpem a própria ficha antes de tentar passar a imagem de salvadores da pátria ou de um povo. Porque, com todo o respeito, a verdadeira caridade não precisa de palco; precisa apenas de coração. E disso, Rodrigo Menezes, você parece não entender nada.