Homem foi identificado por câmeras da Prefeitura na manhã de quarta-feira (7); segundo a ordem judicial, ele ainda tinha mais de 44 anos de pena a cumprir em regime fechado.
Um homem condenado por estupro de vulnerável foi preso na manhã de quarta-feira (7), após ser identificado pelo sistema de reconhecimento facial na Rodoviária de Macaé, no Centro da cidade. O alerta emitido pelas câmeras instaladas pela Prefeitura mobilizou agentes do Segurança Presente, que localizaram o suspeito e o encaminharam à delegacia.

Identificado como Ronaldo Inácio Pacheco, o homem teria informado inicialmente outro nome aos policiais. Após a confirmação de sua identidade na 123ª Delegacia de Polícia, os agentes verificaram a existência de um mandado de prisão definitiva expedido pela Justiça de Rio das Ostras.
Ronaldo desembarcou no terminal rodoviário por volta das 8h, quando o sistema de monitoramento detectou a presença de uma pessoa com ordem de prisão em aberto. O aviso foi encaminhado às equipes que atuavam na região, permitindo que os agentes do Segurança Presente fossem até o local para realizar a abordagem.
Durante a identificação inicial, o homem declarou se chamar Maurício Gonçalves Pacheco. De acordo com o registro policial, um cartão de crédito encontrado com ele também estava em nome dessa pessoa, o que coincidiu com a identidade apresentada aos agentes naquele momento.
A verificação prosseguiu na delegacia, onde o homem informou seu nome verdadeiro. Com a confirmação dos dados, os policiais localizaram o mandado de prisão expedido pela Justiça de Rio das Ostras, decorrente de uma condenação definitiva por estupro de vulnerável.
Conforme a documentação judicial, a ordem determina o cumprimento da pena em regime fechado. O período restante informado era de 44 anos, quatro meses e 16 dias, e o mandado tem validade até dezembro de 2045.
Após os procedimentos na 123ª DP, Ronaldo permaneceu preso, aguardando transferência para o sistema penitenciário. A ocorrência destaca o uso do reconhecimento facial na identificação de pessoas com pendências judiciais durante o monitoramento de espaços públicos.





