Depois da matéria que revelou a esbórnia instalada dentro de um imóvel público invadido, o que sobrou foi chororô online de militantes profissionais — gente que nunca pisou no Itajuru, mas que agora tenta bancar o justiceiro digital. Mas segura essa, Cabo Frio: os “defensores do povo” nem do povo são!

A tática é antiga: inundam os comentários, simulam apoio popular e tentam passar a ideia de que o movimento tem respaldo local, quando, na verdade, boa parte dos perfis que fazem barulho nas redes são de universitários militantes dos Centros Acadêmicos e DCEs ligados à extrema esquerda, de Niterói, Rio, Baixada e até de outros estados, que sequer conhecem o bairro Itajuru, mas se acham no direito de ditar o que Cabo Frio precisa ou não precisa, correndo pro Instagram fingindo ser morador do bairro e da cidade. Não são!
E mais: a tal “Casa de Referência” virou, na prática, um verdadeiro AIRBNB MILITANTE. Sim, você leu certo. Moradores da região denunciaram que o local virou hospedagem irregular para estudantes militantes — com malas sendo descarregadas dia sim, dia não, inclusive de um Jeep Compass, avaliado em mais de R$ 100 mil reais, estacionado em frente ao imóvel público como se estivesse numa hospedaria próximo à praia.

Quer dizer… o sujeito mora no Rio, estuda com ar-condicionado e wi-fi potente, vem de carrão pra Cabo Frio, se hospeda de graça num imóvel invadido, curte uma cervejinha no pagode e ainda quer ensinar o povo da cidade o que é luta social? Afinal de contas, quantas mulheres saíram dali com um emprego no mercado de trabalho? quantas mulheres saíram dali com um curso técnico? ou acolhimento é vender revistinha da “Verdade”? Isso não é militância, isso não é acolhimento, isso é turismo ideológico com verba pública e muito cinismo.
Mas o escândalo piora.
Marmanjos com mais de 30 anos, coordenadores do partido político que invadiu o local, frequentavam o local tranquilamente, como se fosse uma espécie de sede alternativa da legenda, misturados a menores de idade, estudantes do IFF e do Colégio Rui Barbosa, que também frequentavam e até dormiam no espaço. Uma mistura perigosa e completamente irresponsável, que expõe adolescentes a situações ilegais e constrangedoras — tudo isso dentro de um imóvel público invadido e sem nenhum controle institucional.

E nem adianta vir com a cansada narrativa de “espaço de acolhimento” — o que se viu ali foi farra, bebida, gente entrando e saindo o tempo todo, música alta, e nenhuma ação concreta de acolhimento real. Cadê o projeto? Cadê os relatórios? Cadê o atendimento às mulheres? Deve ter sumido no meio do cooler ou da caixa de som JBL. Por que tanto esforço pra defender um espaço invadido, usado irregularmente e condenado pela Justiça? Porque é isso que eles sabem fazer: ocupar, tumultuar e vitimizar. E quando a verdade aparece, correm pros perfis de outros estados, pros militantes de assembleia e pro chororô online.
Enquanto isso, os verdadeiros moradores do Itajuru sofrem com barulho, insegurança, movimentação estranha. E esses militantes itinerantes, em vez de pedir desculpas, vêm com textão de internet tentando lacrar, como se Cabo Frio fosse quintal de república universitária toda mijada.
Não é.
O povo daqui quer respeito, quer legalidade e quer serviço de verdade, não oba-oba ideológico financiado na base do grito. A Justiça já determinou a reintegração de posse, e a cidade não vai mais aceitar esse tipo de patifaria travestida de causa nobre.
E pra esses “revolucionários de fim de semana” que adoram posar de oprimido com o pé no asfalto quente da Região dos Lagos, e descendo uma gelada às 9h da manhã: se estão com tanta vontade de lutar, comecem pagando aluguel, abrindo ONG legalizada e prestando contas — como qualquer movimento sério faz.
Publicação do Lagos Informa, foram invadidos por militantes profissionais de Niterói, Baixada, Rio de Janeiro e outros estados. Confira:





