Pacientes da farmácia especializada de Cabo Frio relatam dificuldades para obter medicamentos de uso contínuo e alto custo, como o Ustequinumabe. Segundo uma das pessoas afetadas, que preferiu não se identificar, há meses os pacientes têm comparecido ao local, mas encontram as prateleiras vazias. “Vou lá pegar o medicamento, só que já passou o prazo. Tomo duas injeções de três em três meses, mas já estou indo para o quinto mês sem conseguir o remédio”, afirma.
De acordo com relatos, a farmácia tem comunicado aos pacientes que o governo do Estado é o responsável pelo fornecimento desses medicamentos e que o desabastecimento estaria relacionado a cortes de verbas. “Eles dizem que o governo do Estado não está dando o medicamento, e que como o SUS também teve verba cortada, isso afeta o fornecimento”, explica.
O medicamento, indispensável para o tratamento contínuo de doenças crônicas, é de alto custo, tornando inviável para os pacientes adquirirem-no de forma independente.
O Lagos Informa entrou em contato com a Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro para obter esclarecimentos sobre a falta de medicamentos e aguarda uma resposta.





