Enquanto as comunidades de Cabo Frio e Região dos Lagos sofrem com a “Bandeira de Esgoto”, a PROLAGOS decide cooperar para conquistar o “Selo de Bandeira Azul” nas praias cabistas.
Que ironia! Enquanto os moradores enfrentam problemas com o abastecimento de água e esgotamento sanitário precário, a empresa se preocupa em obter reconhecimento por sua gestão ambiental. Seria cômico, se não fosse trágico. Enquanto isso, praias e lagoas na região continuam poluídas e os problemas reais da comunidade são deixados de lado. Prioridades invertidas, não é mesmo?
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A PROLAGOS parece estar mais preocupada em criar uma imagem positiva em relação ao apoio ao meio ambiente do que em fornecer recursos adequados para as comunidades. Enquanto assina acordos e busca selos de excelência, os moradores continuam sofrendo com a falta de atendimento às solicitações de reparo de vazamentos e o inadequado recolhimento do esgotamento sanitário.
É como se a empresa estivesse mais interessada em pintar um cenário perfeito nas praias para atrair turistas, enquanto as comunidades locais lidam com a realidade suja e abandonada. Talvez fosse mais apropriado para a PROLAGOS focar seus esforços em resolver os problemas reais das pessoas, em vez de buscar reconhecimento superficial.
Enquanto a empresa se vangloria de seu comprometimento com o meio ambiente, as comunidades enfrentam dificuldades e padecem na chamada “Bandeira de Esgoto”. É irônico ver como a preocupação com a imagem pode estar acima da verdadeira assistência e cuidado com as necessidades das pessoas.
Fica a pergunta: a quem realmente a PROLAGOS está servindo com suas ações? Certamente não são os moradores que sofrem com os problemas diários.





