Elefante-marinho de 400 quilos é encontrado em praia de Maricá com marcas pelo corpo

Elefante-marinho de 400 quilos é encontrado em praia de Maricá com marcas pelo corpo

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Macho jovem, com cerca de três metros de comprimento, foi avistado nesta terça-feira (13), após duas aparições em Itaipuaçu no domingo (11); origem das cicatrizes ainda não foi confirmada.

Um elefante-marinho com aproximadamente 400 quilos e três metros de comprimento foi encontrado descansando na Praia de Jaconé, em Maricá, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, na manhã desta terça-feira (13). O animal chamou a atenção de moradores e frequentadores devido ao porte e às diversas marcas visíveis pelo corpo.

Identificado como um macho jovem em transição para a fase adulta, o mamífero já havia sido avistado duas vezes na Praia de Itaipuaçu, no domingo (11). Segundo informações divulgadas pelo fotógrafo Adriano Marçal, apesar das cicatrizes aparentes, o animal apresenta boas condições físicas.

A presença do elefante-marinho na Praia de Jaconé foi registrada pelo fotógrafo Adriano Marçal, que documentou o mamífero repousando na faixa de areia, próximo ao mar. A passagem do animal pelo litoral de Maricá vem sendo observada desde o último domingo, quando ele apareceu em dois momentos diferentes em Itaipuaçu.

Um dos aspectos que despertaram curiosidade foram as marcas espalhadas pelo corpo do animal. De acordo com informações atribuídas ao fotógrafo, as cicatrizes podem estar relacionadas a disputas ou interações com outros machos da espécie. No entanto, não há confirmação sobre a origem dos ferimentos.

Mesmo com as marcas visíveis, o elefante-marinho apresenta boas condições físicas e permanece descansando durante sua passagem pela costa fluminense. A expectativa é que ele utilize o período na areia para recuperar energia antes de voltar ao oceano e seguir seu deslocamento natural.

A presença desses mamíferos em praias não significa necessariamente que estejam encalhados ou doentes. Os elefantes-marinhos alternam períodos no mar com momentos em terra, onde podem descansar, reproduzir-se e realizar a troca de pelagem. Por isso, permanecer deitado na areia pode fazer parte do comportamento natural da espécie.

O exemplar avistado em Maricá é um macho jovem que está entrando na fase adulta. Nesse período, começa a se desenvolver a protuberância nasal característica dos elefantes-marinhos machos, semelhante a uma pequena tromba. No animal observado em Jaconé, essa estrutura ainda está em formação.

Apesar da aparência tranquila, o tamanho do mamífero exige cuidados por parte de quem frequenta a praia. A orientação é manter distância, evitar barulho excessivo e não tentar tocar, alimentar ou se aproximar para interagir com o animal.

Também é importante não interromper o período de descanso nem cercar o elefante-marinho para fotografias. A permanência na areia pode ser fundamental para que ele recupere energia antes de retomar suas atividades no ambiente marinho.

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