Um homem de 61 anos, ex-guarda-vidas de Araruama, foi preso preventivamente nesta quarta-feira (26) por suspeita de estupro de vulnerável contra crianças. O mandado foi cumprido por agentes da 118ª DP (Araruama), em Praia Seca, distrito do município. A investigação começou após a delegacia receber relatos sobre possíveis abusos envolvendo menores de idade.
Durante a apuração, os policiais reuniram depoimentos, registros audiovisuais e outros materiais relacionados ao caso. As crianças foram ouvidas por meio de depoimento especial, enquanto a Polícia Civil continua as diligências para esclarecer os fatos e verificar se há outras possíveis vítimas.


A investigação foi iniciada pela 118ª DP depois que informações sobre possíveis abusos chegaram ao conhecimento dos investigadores. Desde então, a equipe realizou diligências e reuniu elementos que foram incorporados ao inquérito policial para auxiliar na apuração das circunstâncias denunciadas.
Entre os procedimentos realizados estão os depoimentos das crianças por meio de depoimento especial, mecanismo utilizado em investigações envolvendo menores de idade. A medida busca garantir que os relatos sejam colhidos de maneira adequada, reduzindo a exposição das vítimas e evitando situações de revitimização.

Segundo a Polícia Civil, também foram analisados registros audiovisuais e outros materiais relacionados aos fatos investigados. O conteúdo reunido será utilizado para aprofundar a apuração e contribuir para o esclarecimento das suspeitas que deram origem ao procedimento.
A prisão preventiva foi cumprida em Praia Seca, e o investigado foi levado para os procedimentos previstos na delegacia. Após essa etapa, ele será encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.
As investigações permanecem em andamento. A Polícia Civil também apura a possibilidade de existência de outras vítimas, além de buscar esclarecer completamente os fatos investigados.

Por envolver crianças, a identidade das possíveis vítimas e qualquer informação que possa levar à identificação delas não foi divulgada. A preservação desses dados é necessária para proteger os menores e seus familiares.
O caso segue sob investigação, e a prisão preventiva não representa uma condenação definitiva. A responsabilidade criminal do investigado será definida pela Justiça ao longo do processo, conforme o andamento da apuração e a análise das provas.





