As buscas por Juan Guilherme Martins da Silva, de 14 anos, desaparecido no mar da Praia do Pontal, em Arraial do Cabo, chegaram ao quarto dia nesta segunda-feira (20). A operação, coordenada pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro, teve início na última sexta-feira (17) e segue sem previsão de encerramento devido à complexidade das condições do mar.
Equipes especializadas utilizam embarcações, motos aquáticas, drones, mergulhadores e viaturas terrestres para tentar localizar o adolescente. A ressaca que atinge o litoral fluminense, com ondas elevadas e correntes de retorno intensas, continua sendo o principal obstáculo para o avanço das buscas.

Desde o registro do desaparecimento, militares do 18º Grupamento de Bombeiro Militar (18º GBM), de Cabo Frio, atuam de forma ininterrupta na região da Praia do Pontal. A operação mobiliza diferentes recursos operacionais e é constantemente adaptada conforme as condições do mar, priorizando a segurança das equipes envolvidas.
O trabalho também conta com o apoio de mergulhadores especializados do Grupamento de Busca e Salvamento (GBS), sediado na Barra da Tijuca. Além das equipes em terra, embarcações, motos aquáticas e drones são empregados para ampliar a área de cobertura e aumentar as chances de localização do adolescente.
Segundo o Corpo de Bombeiros, a forte ressaca registrada no litoral do estado interfere diretamente na operação. As ondas elevadas e as correntes marítimas intensas limitam o uso de determinados equipamentos e exigem avaliação permanente das condições de segurança antes da realização de mergulhos e demais ações de busca.
Até o momento, não foram divulgadas informações oficiais sobre as circunstâncias do desaparecimento de Juan Guilherme Martins da Silva. O caso continua sendo acompanhado pelas autoridades, enquanto as equipes permanecem mobilizadas na tentativa de localizar o adolescente.
Diante das condições adversas no mar, o Corpo de Bombeiros reforça o alerta para que moradores e turistas respeitem a sinalização de segurança nas praias e evitem entrar no mar durante o período de ressaca. A corporação destaca que ondas fortes e correntes de retorno representam risco elevado de afogamento, mesmo para pessoas experientes.





