Ex-coordenador de direitos humanos de Magdala Furtado crítica forma de fazer política em butiquins por Magdala, e critica filho “Playboy que não vivia a realidade da cidade”

Ex-coordenador de direitos humanos de Magdala Furtado crítica forma de fazer política em butiquins por Magdala, e critica filho “Playboy que não vivia a realidade da cidade”

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Magdala Furtado conseguiu o que muitos achavam impossível: transformar a política de Cabo Frio em um verdadeiro happy hour. Sua gestão não foi feita nos gabinetes, ouvindo técnicos ou nas ruas dialogando com a população. Não, senhora! Magdala preferiu os butiquins como o altar dos deuses da política.

Enquanto a cidade clamava por liderança, ela estava lá, entre uma mesa de bar e outra, construindo alianças como quem escolhe o tira-gosto do dia. O debate político foi substituído por conversas regadas a cerveja e caldinho de mocotó. Qualquer problema sério parecia caber perfeitamente em um guardanapo de bar, rabiscado entre risadas e promessas. Afinal, o que pode dar de errado quando as decisões são tomadas entre uma rodada de chopp e outra com o cucuruco totalmente chapado.

Essa “política de butiquim” é o símbolo perfeito de Magdala que acreditava que administrar uma cidade era tão simples quanto escolher a mesa de butiquim com a melhor sombra. Foi lá, nesses becos escuros, que se definiu o rumo de Cabo Frio — ou melhor, a falta dele, rodeados por quem ri das piadas e finge entender da política da cidade, o problema é que essas alianças de butiquim, assim como os petiscos mal passados, só deixaram um gosto amargo para a cidade.

Se a política fosse uma competição de quem consegue passar mais tempo em um bar, Magdala seria campeã com medalha de ouro. Mas, infelizmente para Cabo Frio, governar exige mais do que isso. O resultado dessa política de boteco? Uma cidade completamente assolada e a certeza de que as decisões importantes não cabem em copos americanos ou mesas engorduradas.

 

Veja o desabafo de Wagner Leal, ex-apoiador de Magdala Furtado:

“Magadala se afastou de mim e de pessoas que lutaram por ela, pra ouvir um playboy que não vivia a realidade da nossa cidade, com isso, amigos do seu ciclo social tomaram conta da gestão e opinião de quem lutou por ela já não valia mais nada. Juninho não entendia que o poder de sua mãe foi instituído pelo povo.

Além disso, existia um certo elitismo, uma exibicionismo por parte de aliados que não comunicam com pessoas políticas, que não combinam com a realidade da nossa cidade. Por muito tempo critiquei a forma de fazer política por bares. Magdala construiu muitos alisados em bares, talvez porque seu marido, pensasse ser um Aires Bessa, o que atraiu para sua gestão o pior dos piores do meio político, traidores que nada tinham a ver com a proposta inicial de Magdala.”

 

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