A partir desta sexta-feira, novas regras implementadas pelo Banco Central (BC) reforçam os mecanismos de segurança do Pix, sistema de pagamentos instantâneos em vigor desde novembro de 2020. As mudanças visam proteger os usuários, estabelecendo limites em novos dispositivos e exigindo um monitoramento mais rigoroso de clientes suspeitos de fraudes.
Entre as principais alterações estão os novos limites de transferência para dispositivos recém-registrados, agora fixados em R$ 200 por transação e R$ 1.000 de limite diário para operações realizadas em celulares e computadores não cadastrados nas instituições financeiras. Além disso, os bancos deverão adotar soluções de gerenciamento de risco que utilizem dados de segurança armazenados no BC, monitorando transações atípicas e oferecendo orientações de segurança aos clientes. A cada seis meses, será obrigatória a revisão das marcações de fraude na base de dados do BC para tratamento diferenciado de clientes suspeitos.
Essas mudanças visam aumentar a segurança do Pix e reduzir o risco de fraudes, protegendo tanto os usuários quanto as instituições financeiras.





