Pelo rastreamento, não é possível identificar a pessoa responsável pela transação, mas o Ministério Público Federal (MPF), em agosto de 2021, atribuiu movimentação semelhante à venezuelana Mirelis Diaz Serpa, esposa de Glaidson que se encontra foragida. Senhas de acesso a essas carteiras foram encontradas em seu e-mail.
A nova movimentação de ativos ocorre no momento em que o administrador da massa falida da GAS, Escritório Zveiter, pede a suspensão do processo que tramita da 5ª Vara Empresarial do Rio por falta de recursos para pagar os clientes lesados.
Foi a quarta movimentação de recursos ligados à GAS, do Faraó dos Bitcoins, desde agosto de 2021, quando Glaidson e outros integrantes de sua organização criminosa foram presos durante a Operação Kryptos. Por intermédio dos advogados, Mirelis já admitiu que, logo após as prisões, transferiu o correspondente a R$ 1 bilhão em bitcoins, que alega ter utilizado para o pagamento de clientes.





